domingo, 7 de maio de 2017

Citação do Dia - 07 de maio de 2017

"As pessoas tomam caminhos diferentes na procura da realização e da felicidade. Só porque eles não estão a usar o seu caminho, não significa que se tenham perdido."
H. Jackson Brown

sábado, 6 de maio de 2017

#66 - Encapados




Qual é o livro?

Citação do Dia - 06 de maio de 2017

"Sou feliz só por preguiça. A infelicidade dá uma trabalheira pior que doença: é preciso entrar e sair dela, afastar os que nos querem consolar, aceitar pêsames por uma porção da alma que nem chegou a falecer."
Mia Couto

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Balanço e Aquisições do Mês de Fevereiro (2017)


E no mês de Fevereiro...



...chegaram às estantes...

      Saída de Emergência
* Autoridade, o segundo volume da Trilogia da Área X, de Jeff VanderMeer;

     HarperCollins: 
* Gravar as Marcas, de Veronica Roth;


    Planeta:
* Sinto a Tua Falta, de Kate Eberlen;
* Paixão Mortal, primeiro volume da série Ninfas, de Sari Luhtanen e Miikko Oikkonen;

Marcador
* Voo Fantasma, o primeiro volume da série Will Jaeger, de Bear Grylls.


*Um grande obrigada às editoras por todos estes livrinhos!*

...foram lidos...

* O Amor É Vermelho | Sophie Jaff * - 360 páginas
* Anna e o Homem Andorinha | Gavriel Savit * - 224 páginas
* Mors Tua, Vita Mea | Vanessa Santos  * - 546 páginas
* A Herdeira | Elizabeth Adler * - 496 páginas

Total: 1626 páginas

...escreveram-se as opiniões...

Coroa da Meia-Noite (Trono de Vidro #2) | Sarah J. Maas *
O Protetor | Jodi Ellen Malpas *

Citação do Dia - 05 de maio de 2017

"A felicidade não está no que acontece mas no que acontece em nós desse acontecer."
Vergílio Ferreira

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Opinião sobre "Paixão Mortal" (Ninfas #1) - Sari Luhtanen e Miikko Oikkonen

Paixão Mortal
(Ninfas #1)
(Artigo de Opinião)



Autores: Sari Luhtanen e Miikko Oikkonen
Título Original: Nymfit - Montpellierin Legenda (2013)
Tradução: Cristina Silva
ISBN: 978-989-657-869-5
Nº de páginas: 384
Editora: Editorial Planeta


Sinopse


    Didi é uma ninfa, de uma beleza extraordinária, mas nunca se questionou de onde vinha a beleza.

     Sente-se como qualquer rapariga de dezassete anos.

    Numa noite de lua cheia, Didi decide fazer amor pela primeira vez e o namorado morre-lhe nos braços, aí percebe que não é como as outras raparigas e não percebe o que originou a tragédia.

    No dia seguinte, duas misteriosas mulheres procuram-na e revelam que Didi de facto não é como as outras... ela é uma ninfa.

    Enquanto aprende a sobreviver como ninfa fica a saber que o sexo é fundamental para se manter viva, mas o preço a pagar é muito elevado.

    Há poucas regras na vida das ninfas e são simples, a mais importante é não se apaixonar, mas Didi não quer renunciar ao amor.


Este exemplar foi-me gentilmente cedido pela Editorial Planeta em troca de uma opinião sincera

Opinião

      Começo por agradecer à Editorial Planeta pelo gentil envio do livro.

      A beleza da capa, aliada à singularidade prometida pela sinopse, levou-me a iniciar a leitura de "Ninfas - Paixão Mortal" com elevadas expectativas, às quais infelizmente a história não correspondeu.

     Didi é uma rapariga finlandesa de dezassete anos que decide fazer amor pela primeira vez e acaba com o amado morto nos braços. É esse acontecimento trágico o responsável por desencadear grandes mudanças na vida da jovem, assim que esta descobre que é uma ninfa - e que, como tal, precisa de sexo para sobreviver, mesmo que isso a torne a causadora de várias mortes de inocentes.

      É quando descobre a verdade sobre si mesma que Didi é obrigada a fugir, não só para se esconder da polícia, mas também porque é parte de uma importante profecia que a proclama como a salvadora das ninfas, ou seja, é a única capaz de as libertar do controlo dos sátiros. Para a proteger, Kati e Nadia, duas ninfas mais velhas encarregues de cuidar e de ensinar Didi, levam a jovem para um lugar seguro e criam-lhe uma nova identidade.

     Todavia, o reencontro recente com Samuel, um grande amigo de infância que já não via há alguns anos, despertou em Didi sentimentos antigos - e que, descobriu, são recíprocos. No entanto, as regras das Ninfas e a sua natureza não permite a existência de amor entre elas e humanos, e Didi sabe que, mesmo sem querer, pode magoar ou até matar Samuel.

     Perseguida por um sátiro que a quer desposar, controlada por duas ninfas que têm mais a esconder do que se possa pensar, obrigada a matar para sobreviver, condenada a um amor proibido com o rapaz que a faz sentir-se especial e alvo central de uma profecia que pode garantir a emancipação das ninfas, Didi terá de fazer as escolhas certas se quiser salvar-se e àqueles que ama.
   
   O que mais gostei neste livro foi, sem dúvida, a base mitológica. Sendo eu uma pessoa que adora mitologia, tudo o que esteja relacionado com ela suscita a minha curiosidade, e foi exatamente o facto de esta ser uma história com ninfas e sátiros que me despertou a vontade de ler para descobrir o modo como os autores optaram por descrever a vida destas criaturas. E, apesar de esperar uma abordagem diferente - não só ao nível dos seres como indivíduos e como espécie, mas também na relação entre ninfas e sátiros -, achei interessante que os autores tenham elegido esta vertente da mitologia grega como suporte da história.

   Geralmente, aprecio quando os capítulos são curtos, pois facilitam a leitura ao torná-la mais leve. Porém, neste livro, penso que os autores não deveriam ter optado por este modelo, uma vez que não só cortam ações a meio como ainda introduzem saltos temporais e novas personagens sem grande cuidado em garantir a contextualização necessária para que o leitor compreenda. Este é, sem dúvida, um dos aspetos pelos quais o livro peca.

    Falando em pontos negativos, tenho de apontar a escrita dos autores e a construção do enredo, que são extremamente confusos. Por diversos momentos, durante a leitura, senti que Sari e Miikko não tinham planeado devidamente alguns aspetos, pois faltava profundidade e nexo. Acho que apressavam momentos que deveriam ter sido melhor explicados - ao não despenderem a atenção necessária para que o leitor compreendesse verdadeiramente as implicações de alguns atos ou revelações -, e, em contrapartida, alongavam algumas descrições de momentos que em nada contribuíam para a riqueza da história - pelo contrário, tornavam até a leitura um pouco aborrecida. Além disto, tenho ainda a referir que, para além da confusão provocada pela falta de contextualização e de encadeamento da narrativa, encontrei por vezes alguns diálogos e passagens sem grande sentido.

    O facto de não ter gostado da protagonista também contribuiu para que não conseguisse desfrutar devidamente da leitura. Não consegui compreender certas atitudes de Didi e confesso que também não gostei particularmente do seu carácter. É muitas vezes mimada, superficial e até egoísta, com as prioridades erradas, tendo-me irritado por diversas vezes a sua indecisão relativamente a Samuel. Também não percebo a leviandade com que aceitou a sua natureza e as mudanças impostas, quando estas implicaram uma transformação tão significativa da sua vida.

    Os capítulos de que mais gostei foram aqueles que nos desvendaram um pouco sobre o passado das ninfas que tomam conta de Didi, Kati e Nadia: as esperanças, os sonhos, as convicções, as histórias de amor, de sobrevivência e de sacrifício. De facto, achei mais interessante conhecer estas duas ninfas do que a própria protagonista, apesar de também não concordar com algumas das suas atitudes.

   Mesmo no final, uma reviravolta inesperada levanta uma ponta do véu sobre o que poderá acontecer no próximo livro. Admito que não esperava esta mudança, o que me agradou, e que fiquei curiosa para saber que rumo os autores vão dar à história de Didi e das ninfas. Apesar de ter ficado algo desiludida com a narrativa - e, principalmente, com a escrita dos autores -, gostava de dar uma nova oportunidade às ninfas e perceber o que poderá seguir-se à misteriosa cena final deste livro.

 Música que aconselho para acompanhar a leitura: When You're Gone_Avril Lavigne

Citação do Dia - 04 de maio de 2017

"A felicidade só cabe no vazio da mão fechada. A felicidade é uma coisa que os poderosos criaram para ilusão dos mais pobres."
Mia Couto

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Divulgação: "Rainha Vermelha" (Rainha Vermelha #1) - Saída de Emergência

Publicado pela Saída de Emergência

Rainha Vermelha
(Rainha Vermelha #1)



De Victoria Aveyard

Sinopse:

     A sua morte está sempre ao virar da esquina, mas neste perigoso jogo, a única certeza é a traição num palácio cheio de intrigas. Será que o poder de Mare a salva... ou condena? 

O mundo de Mare, uma rapariga de dezassete anos, divide-se pelo sangue: os plebeus de sangue vermelho e a elite de sangue prateado, dotados de capacidades sobrenaturais. Mare faz parte da plebe, os Vermelhos, sobrevivendo como ladra numa aldeia pobre, até que o destino a atraiçoa na própria corte Prateada. Perante o rei, os príncipes e nobres, Mare descobre que tem um poder impensável, somente acessível aos Prateados.
Para não avivar os ânimos e desencadear revoltas, o rei força-a a desempenhar o papel de uma princesa Prateada perdida pelo destino, prometendo-a como noiva a um dos seus filhos. À medida que Mare vai mergulhando no mundo inacessível dos Prateados, arrisca tudo e usa a sua nova posição para auxiliar a Guarda Escarlate – uma rebelião dos Vermelhos – mesmo que o seu coração dite um rumo diferente.
O poder é um jogo perigoso


   Victoria Aveyard é uma autora de 26 anos com formação em Escrita de Argumentos da Universidade do Sul da Califórnia que, tendo verificado que todas as histórias boas para filmes já tinham sido usadas (e as más também), decidiu ela própria escrever uma: Rainha Vermelha.

      Agora divide o seu tempo entre East Longmeadow, Massachusetts e Los Angeles. Neste momento dedica-se ao segundo volume depois de Rainha Vermelha, enquanto tem outros projetos literários e cinematográficos. A Universal Pictures já detém os direitos para uma produção a partir do livro.


Opinião da Imprensa:

"Aveyard tece um novo mundo cheio de desafios e surpresas repletas de ação e emoções fortes... inventivo e com fortes personagens."_Kirkus

Novidade da Bertrand - "O que viram as flores"

Novidade da Bertrand

O que viram as flores




De Julia Heaberlin



Sinopse:

     Sou estrela de cabeçalhos de jornal e de histórias assustadoras à roda da fogueira.

     Sou uma das quatro raparigas das susanas-de-olhos negros. A que teve sorte.

    Aos 16 anos, Tessa foi encontrada num campo do Texas, quase morta e só com alguns fragmentos de memória em relação à sua chegada ali. A imprensa chama-lhe a única Susana-de-Olhos-Negros que sobreviveu a um serial killer.

     O testemunho de Tessa mandou um homem para o corredor da morte.

     Passados 20 anos, Tessa é artista e mãe solteira. Num dia de fevereiro, abre a janela do seu quarto e depara com um magnífico canteiro de susanas-de-olhos-negros diante de si, embora se trate de flores de verão.

    Será que o homem que espera a morte é inocente? E andará o serial killer atrás dela? Ou, pior ainda, da sua filha?

Um assassino que continua a semear o medo


    Julia Heaberlin é autora de três thrillers psicológicos de grande êxito comercial e ao nível da crítica. Muitas vezes comparada a Gillian Flynn pela qualidade da sua escrita e pelo percurso editorial com algumas semelhanças, os seus livros estão publicados numa dúzia de países. Antes de se dedicar à escrita, Julia Heaberlin foi editora de diversos jornais e recebeu vários prémios pelo seu trabalho.

    Vive em Dallas com a família e está atualmente a trabalhar no seu quarto livro.

Opinião da Imprensa:

"A não perder."_Washington Post

"Excelente."_The Times

"O meu livro do ano."_Sophie Hannah

Citação do Dia - 03 de maio de 2017

"- Sabe porque não somos felizes? - perguntou ele. 
- Desespero, solidão, medo?
- Não. Por causa da realidade."
Afonso Cruz

terça-feira, 2 de maio de 2017

Opinião sobre "Autoridade" (Trilogia da Área X #2) - Jeff VanderMeer

Autoridade
(Trilogia da Área X #2)
(Artigo de Opinião)


Autor: Jeff VanderMeer
Título Original: Area X (2014)
Tradução: Casimiro da Piedade
ISBN: 978-989-773-018-4
Nº de páginas: 304
Editora: Saída de Emergência

ATENÇÃO: esta opinião pode conter spoilers de livros anteriores

Sinopse

      Após 30 anos, os únicos traços humanos detetados na Área X – uma estranha zona contaminada cercada de uma fronteira invisível e sem traços de civilização – são os que foram deixados por expedições sucessivas sob autoridade de uma agência tão secreta que quase foi esquecida.

  Face à tumultuosa 12.ª expedição narrada em Aniquilação, a agência tem um novo diretor nomeado, John Rodrigues, também conhecido por Control. A braços com uma equipa desesperada e frustrada por uma série de incidentes e vídeos perturbantes, Control começa a desvendar lentamente os segredos da Área X e dos mistérios narrados no primeiro volume, mas a cada descoberta que faz, é forçado a confrontar verdades sobre ele próprio e a agência que jurou servir.



Este exemplar foi-me gentilmente cedido pela Saída de Emergência em troca de uma opinião sincera


Opinião

       Começo por agradecer à Saída de Emergência pelo gentil envio do livro.


     "Aniquilação", o primeiro volume da trilogia da Área X, foi, sem dúvida, um livro marcante, não só pela sua originalidade - tanto ao nível da história como da escrita - mas também pela sua capacidade de agarrar o leitor, instigando-o constantemente e oferecendo mais perguntas que respostas. Assim sendo, fiquei muito curiosa com o final do primeiro volume e mal pude esperar para ter o segundo livro, "Autoridade", nas mãos. 

     "Autoridade" é um livro significativamente diferente do primeiro, o que mais uma vez demonstra a vertente inovadora de VanderMeer. Ao contrário de "Aniquilação", que era narrado segundo o ponto de vista da bióloga - integrante da décima segunda expedição que se encontrava na Área X -, "Autoridade" apresenta a perspetiva de John Rodriguez. Control, alcunha pela qual é conhecido, muda-se para assumir a posição de diretor da Extensão Sul, a agência governamental que se encarrega da Área X.

    Embora a bióloga se encontre na Extensão Sul, assume um papel muito menos relevante na história, apesar de as minhas cenas preferidas sejam as que se desenrolam com ela e com Control. De facto, é nas investigações e nas relações deste que o livro se foca. Control chega à Extensão Sul para substituir a antiga diretora e para fazer algumas reformas na agência, de forma a otimizar os serviços que investigam a Área X e com o objetivo de facilitar as possíveis descobertas sobre esse intrigante território que se expande um pouco mais a cada momento. Porém, rapidamente Control percebe que a sua missão não será tão simples como pensava, pois as pessoas que trabalham na agência há demasiado tempo têm a mais a esconder do que parece, e já começaram a padecer de alguns dos traços da loucura que caracteriza a Área X. Poderá ele descobrir os mistérios que envolvem este lugar tão caricato, ou estará condenado ao fracasso e à insanidade que se abate cada vez mais sobre as pessoas que convivem com a Área X?

    Inicialmente, e um pouco à semelhança de "Aniquilação", é ligeiramente difícil entrar na história, pois esta prima acima de tudo pela sua estranheza e bizarrice. De facto, tudo nesta história tem um carácter tão excêntrico que se torna complicado concentrarmo-nos com coisas tão fascinantes e macabras a acontecer. Além disso, este livro adota um estilo bastante díspar do anterior, o que, a par da falta de uma explicação direta que conecte o fim do primeiro volume com o princípio do segundo, gera alguma confusão.

   Outra diferença assinalável entre os dois livros prende-se com o plano focado. Enquanto que em "Aniquilação" vamos explorando a Área X, prendendo a respiração de cada vez que a protagonista estava em perigo, em "Autoridade" vamos descobrindo a parte exterior da Área X, ou seja, os segredos e as traições dentro da Extensão Sul, a agência responsável por compreendê-la e que se pode revelar tão ou mais perigosa do que a própria Área X.

    Fiquei um pouco desapontada com a lentidão dos acontecimentos. Apesar de continuar a achar a escrita de Jeff VanderMeer soberba, acho que neste livro faltou um pouco mais de celeridade, pois por diversas vezes senti que a leitura era demasiado lenta, tornando-se quase aborrecida. A trilogia da Área X é uma história com imenso potencial, mas acho que o autor se deveria ter aproveitado disso um pouco mais neste volume, dando mais destaque a alguns acontecimentos, de forma a cativar mais o leitor. Todavia, a escrita de Jeff é envolvente e irrepreensível, e o autor redime-se na reta final da história, onde a ação ganha um ritmo quase frenético, dirigindo-se para um culminar surpreendente que promete um último volume cheio de acontecimentos singulares e inesperados.

     "Autoridade" acaba e, apesar de já termos conseguido deduzir algumas respostas, mais uma vez são muitas as perguntas que permanecem no ar. Resta esperar que a publicação de "Aceitação" chegue depressa e que o último volume da Área X encerre as muitas questões que os livros antecessores despertaram. Apesar de este livro não me ter prendido tanto como o anterior, não deixa de ser uma boa leitura que recomendo, principalmente, aos fãs de thriller, terror e ficção científica.


Opinião sobre outros livros de Jeff VanderMeer:
 Música que aconselho para acompanhar a leitura: Radioactive_Imagine Dragons

Citação do Dia - 02 de maio de 2017

"Todos nós vivemos com o objectivo de sermos felizes; as nossas vidas são todas diferentes e no entanto a mesma."
Anne Frank

segunda-feira, 1 de maio de 2017

#59 - Passatempo Especial 2º Aniversário do Blogue: "Amor às Claras" - 4Estações/O Castor de Papel

E chegou o mês de maio, que assinala o começo da contagem decrescente para o segundo aniversário do blogue... e significa muitos passatempos! O primeiro é em parceria com a 4Estações/O Castor de Papel e assinala o lançamento da ansiada continuação de "Corações na Escuridão" (podem ler a minha opinião aqui) - e é o sorteio de "Amor às Claras", de Laura Kaye.




Para que se possa habilitar a ganhar este livro que temos para oferecer, apenas tem de:

- Fazer gosto na página da 4Estações/O Castor de Papel no Facebook (aqui);
- Fazer gosto na página do Dream Pages no Facebook, aqui;
- Seguir publicamente o blogue Dream Pages e o blogue O Castor de Papel (aqui);

- Seguir o blogue no Instagram (aqui) dá uma entrada extra;

- Só participar uma vez (se não cumprir esta regra, a sua participação será anulada);
- Preencher todos os dados corretamente e acertar na pergunta colocada (pode encontrar a resposta aqui).

Agora é só participar!

O passatempo termina no dia 17 de maio às 23h59. As participações após esta data não serão válidas.



Notas:
- O passatempo é feito em parceria com a 4Estações/O Castor de Papel;
- O e-mail será fornecido à editora para o envio de newsletters de novos lançamentos;
- O vencedor será escolhido aleatoriamente através do site random.org;
- O vencedor será contactado por e-mail e será anunciado no blogue e na página do Facebook;
- Este passatempo só é válido para Portugal continental e ilhas;
- O blogue e a 4Estações/O Castor de Papel não se responsabilizam pelo possível extravio do prémio nos correios.

#81 - Dá-lhe Letras

Autora: Judith Kerr

__ __ __ __ __     __ __ __ __ __     __ __ __ __ __     __     __ __ __ __ __     __ __ __ - __ __ - __ __ __    

Qual é o livro?

Citação do Dia - 01 de maio de 2017

"As mentiras em que as pessoas sustentam a sua felicidade são tão válidas como as verdades."
Joel Neto