sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Book Bingo "Leituras ao Sol" 2019 [Semana 7]


     E passou mais uma semana do desafio Book Bingo "Leituras ao Sol" 2019!

    Esta semana terminei finalmente "O Luto de Elias Gro", completando a categoria 1. Foi uma leitura algo lenta, mas adorei a escrita do autor e quero muito ler os próximos volumes da Trilogia dos Lugares Sem Nome.

      Depois avancei para "Mil Beijos", de Tillie Cole, que encaixei na categoria 8 - Pede uma recomendação a um amigo -, uma vez que foi uma amiga que insistiu comigo para que o lesse, o que, juntamente com todas as críticas fantásticas que o livro tem vindo a receber, me fez partir para a leitura com grandes expectativas. Gostei da história e, como me tinham avisado, chorei, de facto, mas confesso que esperava muito mais deste livro - publicarei a opinião em breve.

     Estou muito entusiasmada com as leituras planeadas para esta próxima semana - embora, mais uma vez, volte a fugir um bocadinho da TBR original. Ainda sem ordem definida, estou ansiosa para ler "O Homem que Perseguia a Sua Sombra", de David Lagercrantz, o quinto volume da série Millenium, começada por Stieg Larsson, para a categoria 5 - um livro do teu género preferido (tenho adorado esta série e é com um misto de tristeza e ansiedade que aguardo o último volume "A Rapariga Que Viveu Duas Vezes", que será publicado a 22 de agosto); "Lá, Onde o Vento Chora", de Delia Owens, um livro que me foi gentilmente cedido pela Porto Editora e, que por isso, encaixo na categoria 15 - último livro que te ofereceram. Estou extremamente curiosa quanto a estas duas leituras! 


1 - Um título que contenha as letras S-O-L O Luto de Elias Gro, de João Tordo


328 páginas (256 páginas lidas esta semana)


8 - Pede a uma pessoa que viva contigo para escolher um livro para leres OU Pede uma recomendação a um amigo - Mil Beijos, de Tillie Cole


368 páginas 





Páginas lidas durante esta semana: 624
Total de páginas lidas: 2.656
Desafios cumpridos durante esta semana: 2
Total de desafios cumpridos: 8

E aqui está o resumo da minha sétima semana do desafio Book Bingo "Leituras ao Sol" 2019! Como é que vão as leituras desse lado? J

#29 - Pistas Literárias

Pistas:

      - A autora italiana escreve sob um pseudónimo e a sua identidade é mantida em segredo;

     - Este é o primeiro livro de uma tetralogia e foi adaptado para uma série pela HBO;

    - O livro conta a história de um encontro entre duas crianças de um bairro popular nos arredores de Nápoles e da sua amizade adolescente.


Qual é o livro?

terça-feira, 6 de agosto de 2019

#30 - Bibliografa-me



  • Nasci em Salisbury, mas cresci em Nottingham, onde ainda vivo;
  • Deixei a escola com 16 anos e trabalhei como empregada de mesa, apresentei programas de televisão e passeei cães;
  • Uma das minhas influências é o escritor Stephen King.



Quem sou?

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

#146 - Dá-lhe Letras


Autora: Leslie Rosenberg Wolfe
A     __ A __ A __ I __ A     __ __ M     N __ M __ 

Qual é o livro?

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Book Bingo "Leituras ao Sol" 2019 [Semana 6]


     E passou mais uma semana do desafio Book Bingo "Leituras ao Sol" 2019!

     Esta semana terminei "A Rapariga Sem Nome", de Leslie Wolfe, completando a categoria 14 - um livro recomendado por booktuber, blogger instagrammer -, e fazendo assim a minha primeira coluna do cartão de bingo! Em breve sairá opinião sobre o livro.

    Depois retomei a leitura de "O Luto de Elias Gro", embora tenha avançado poucas páginas. Estou a gostar tanto da escrita do autor que acabo por ler mais devagar, para apreciar devidamente cada frase. 

    Nesta próxima semana, conto acabar as restantes 256 páginas de "O Luto de Elias Gro" e ler "Mil Beijos", de Tillie Cole que, embora não fizesse parte do plano original, terá de ser encaixado em alguma das categorias, porque quero muito lê-lo.


14 - Um livro recomendado por booktuber, blogger, instagrammer - A Rapariga sem Nome, de Leslie Wolfe


304 páginas (270 páginas lidas esta semana)


1 - Um título que contenha as letras S-O-L O Luto de Elias Gro, de João Tordo


72/328 páginas (36 páginas lidas esta semana; faltam 256 páginas)





Páginas lidas durante esta semana: 306
Total de páginas lidas: 2.032
Desafios cumpridos durante esta semana: 1
Total de desafios cumpridos: 6

E aqui está o resumo da minha sexta semana do desafio Book Bingo "Leituras ao Sol" 2019! Como é que vão as leituras desse lado? J

#28 - Pistas Literárias

Pistas:

      - O autor vive em Leeds e escreve sob um pseudónimo, tendo já livros publicado com outro nome;


     - Para escrever este livro o autor inspirou-se no seu próprio filho, que um dia lhe disse que estava a brincar com "the boy in the floor" (o rapaz no chão);

    - O livro conta a história de um homem e do seu filho que se mudam para uma pacata cidade onde, vinte anos antes, um perverso serial killer assassinou cinco rapazes, atraindo as suas vítimas à noite -  com um sinal característico - junto à janela.


Qual é o livro?

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Opinião sobre "Deixa-me Mentir" - Clare Mackintosh

Deixa-me Mentir
(Artigo de Opinião)


Autora: Clare Mackintosh
Título Original: Let Me Lie (2018)
ISBN: 9789898979032
Nº de páginas: 320
Editora: Cultura Editora


Sinopse

   Quando a verdade é demasiado cruel, a mentira é a melhor saída.

     Depois do seu pai e da sua mãe terem acabado com as próprias vidas de maneira muito parecida, em dois suicídios brutais e com intervalo de apenas alguns meses, Anna está a tentar virar a página do passado trágico da sua família e recomeçar a sua vida. 

    O novo namorado e o filho vieram para trazer à Anna alguns sorrisos no meio do caos. Mas, mesmo com todo o seu esforço para superar os seus traumas e se entregar aos novos começos, o seu passado de repente volta à tona trazendo ainda mais dor e devastação.

     No primeiro aniversário da morte da sua mãe, Anna recebe um bilhete anónimo e perturbador: Suicídio? Pensa melhor. Será possível que alguém poderia ser cruel ao ponto de fazer uma brincadeira dessas? Ou de facto existe algo por trás do suposto suicídio de seus pais? 

     No fundo, Anna nunca entendeu como eles tinham sido capazes de tirar as suas próprias vidas de maneira tão cruel.

    Deixa-me Mentir tem o ritmo lancinante que é a marca de Clare Mackintosh. Carregado de reviravoltas, deixa qualquer um em estado de choque da primeira à última página.

Este exemplar foi-me gentilmente cedido pela Cultura Editora em troca de uma opinião sincera


Opinião
     
      Começo por agradecer à Cultura pelo gentil envio do livro.

     Num intervalo de poucos meses, os pais de Anna Johnsson acabaram com as próprias vidas nas mesmas circunstâncias, deixando uma filha devastada a lidar com o peso dos porquês. Por mais que todas as provas apontem para tal, e que a própria polícia já tenha arquivado os casos, Anna não consegue convencer-se de que os pais seriam ambos capazes de cometer suicídio - e isso acaba por impedi-la de fazer devidamente o luto, não lhe permitindo seguir em frente e interferindo também com a sua algo recente relação e com a descoberta da maternidade.

     Um ano depois da morte da mãe, ainda profundamente marcada pelo trauma, Anna recebe um cartão anónimo com a desconcertante mensagem: Suicídio? Pensa melhor. Convicta de que há ainda muito por explicar, Anna está disposta a tudo para descobrir o que realmente aconteceu, mesmo que isso implique remexer em coisas do passado que alguém talvez não queira que venham ao de cima... 

     Para começar, tenho de referir que a primeira palavra que me vem à cabeça quando penso em "Deixa-me Mentir" é estranho. Quando terminei a leitura, fui incapaz de pousar o livro de imediato: tive de ir reler passagens - até capítulos inteiros! - anteriores, para ter a certeza de que não me tinha escapado nada e de que o que eu tinha percebido era realmente o que lá estava escrito. Há determinadas revelações nos capítulos finais que lançam toda uma nova luz sobre uma significativa parte da história, e que, no primeiro impacto, me deixaram a duvidar da minha própria capacidade de compreensão - e isso agradou-me.

    A narrativa está essencialmente dividida em quatro pontos de vista - o de Anna, a filha enlutada que procura a verdade; o de Murray Mackenzie, um polícia reformado que ainda trabalha como apoio civil numa esquadra; o de alguém que, ainda que não identificado, rapidamente começamos a suspeitar quem seja; e um outro que só surge mais ou menos a meio do livro. Gostei que a história estivesse repartida desta forma, pois, embora os capítulos de algumas personagens gerassem mais interesse do que os de outras, havia um equilíbrio entre contexto e ação.

     Murray Mackenzie é um detective reformado que não consegue largar a profissão que tanto adora e, certo de que a sua experiência ainda pode ser útil, decide levar a sério as suspeitas de Anna e investigar mais a fundo a morte dos seus pais, prometendo a si mesmo descobrir a verdade sobre o que aconteceu. No entanto, a sua mulher, Sarah, sofre de uma perturbação do foro psiquiátrico que torna a sua vida bastante instável, e, como tantas vezes ao longo da sua vida, Murray balança-se no limbo frágil que separa a vida pessoal da profissional. Apesar de serem capítulos com menos adrenalina, a verdade é que gostei de conhecer a história de Murray - um homem verdadeiramente bom - e a forma como a autora construiu a personagem e abordou o tema das doenças mentais.

    Este é, sem dúvida, um livro recheado de reviravoltas, mas também tenho de admitir que nem todos os plot twists me apanharam de surpresa. Apesar de tentar constantemente desenvolver teorias e descobrir o culpado, prefiro sempre quando o autor consegue deixar-me boquiaberta, pelo que, quando consigo acertar, acabo por ficar com a sensação de "soube a pouco". E, ainda que isso tenha acontecido algumas vezes durante a leitura, o volteface final deixou-me mesmo agradavelmente estupefacta.

    Como aspeto menos positivo tenho de referir que, durante a leitura, senti vários problemas com a tradução - essencialmente frases algo confusas, género de pronomes incorreto e pontuação fora do sítio - e, em diversas ocasiões, tive de ler várias vezes o mesmo parágrafo para compreender o sentido, e isso acabou por quebrar um bocado o ritmo. Não é nada de muito grave ou que prejudique seriamente a leitura, mas, no meu caso, fez-me alguma confusão, pelo que não poderia deixar de o mencionar.

     Se o início é mais lento e me custou um pouco entrar na história e compreender certos capítulos, principalmente quando ainda conhecia mal as personagens, a partir de um certo ponto tornou-se quase impossível interromper a leitura. Clare Mackintosh criou uma teia de mentiras e de segredos de família, que se entretece com personagens complexas e com um enredo intrigante e sombrio - elementos que tornam este thriller psicológico verdadeiramente viciante.

   "Deixa-me Mentir" é o tipo de livro que nos deixa confusos, nos faz pensar, nos obriga a extrair o sumo das entrelinhas e que, no final, ainda nos deixa inquietos e com uma sensação de estranheza que custa a sair - e isso, para mim, é a certeza de que foi uma boa leitura. Macabra e surpreendente  -literalmente até à última página -, esta é uma história que não esquecerei tão cedo.

 Música que aconselho para acompanhar a leitura: AronChupa & Little Sis Nora_Rave in the Grave

terça-feira, 30 de julho de 2019

#29 - Bibliografa-me



  • Nasci em 1957, em Cambridge, mas atualmente vivo no sudoeste da França;
  • Fui jornalista principal do Daily Mail, editora de noticiário no Daily Telegraph e jornalista principal no Mail on Sunday, onde fui considerada a Jornalista do Ano pela British Press Awards;
  • Desde 2008, tenho trabalhado com jornalistas exilados e ameaçados de todo o mundo.


Quem sou?

segunda-feira, 29 de julho de 2019

#145 - Dá-lhe Letras


Autora: Cheryl Holt
O     H __ __ Ó __     __ C __ D __ N __ __ L


Qual é o livro?

domingo, 28 de julho de 2019

Opinião sobre "A Banana Dele" (Objects of Attraction #1) - Penelope Bloom

A Banana Dele
(Objects of Attraction #1)
(Artigo de Opinião)


Autora: Penelope Bloom
Título Original: His Banana (2018)
ISBN: 9789897800801
Nº de páginas: 208
Editora: Quinta Essência


Sinopse

    O meu novo chefe adora impor regras. E há uma que ninguém se atreve a quebrar: nunca tocar na banana dele. A sério. O tipo é viciado em bananas. E eu, claro, fui logo tocar na dele. Pior, pu-la na boca. Mastiguei... e até engoli. E foi nesse momento que ele apareceu. E, acreditem em mim, foi mau. Muito mau! Mas deixem-me começar pelo início…

    Antes de tocar na banana de um bilionário, eu tinha acabado de conseguir o meu primeiro trabalho a sério como jornalista. Nada das tretas do costume. Nada de entrevistas a lixeiros sobre as suas rotas preferidas, ou artigos sobre a importância de apanhar caca de cão nos jardins. Já dei para esse peditório.

   Esta era a minha grande oportunidade. Podia provar ao mundo que não era uma trapalhona. A missão: infiltrar-me na Galleon Enterprises para investigar as suspeitas de corrupção.

    Já estão a ouvir a banda sonora do James Bond a tocar, não estão?

    Eu ia ser um sucesso. Só tinha de conseguir o lugar de estagiária e não dar cabo da entrevista com Bruce Chamberson.

   Agora avancem até ao momento imediatamente antes da entrevista. Sim, eu sou aquela ali de banana na mão. Uma banana com o nome dele escrito a marcador preto. É aí que ele entra e me apanha em flagrante de fruta na mão. Pouco depois, contrata-me.

    Pois, eu sei. Também a mim me pareceu estranho…

Este exemplar foi-me gentilmente cedido pela Quinta Essência em troca de uma opinião sincera



Opinião


      Começo por agradecer à Quinta Essência pelo gentil envio do livro.


    Natasha Flores é uma jovem jornalista que procura afirmar-se na revista onde trabalha, mas que acaba por ficar sempre com os trabalhos que ninguém quer. Quando o seu chefe a encarrega de se infiltrar na Galleon Enterprises para descobrir os vícios de Bruce Chamberson, Natasha vê a sua oportunidade de brilhar e de provar o seu valor.

   Quando Bruce Chamberson, um dos gémeos criadores da Galleon Enterprises, vê uma jovem comer a sua banana - com o seu nome escrito! - decide contratá-la para a castigar e tornar a sua vida enquanto estagiária num inferno, para que não se atreva novamente a comer o que não é seu.

   Claro que, como seria de prever, a fricção inicial dá lugar a sentimentos mais poderosos. No entanto, Bruce tem um passado que o faz temer magoar-se outra vez e Natasha carrega consigo em segredo o verdadeiro motivo pelo qual trabalha na Galleon. Conseguirão os dois superar os seus problemas ou estará uma possível relação destinada ao fracasso?

   Em primeiro lugar, é preciso deixar claro que este é um livro leve e pouco complexo, com uma narrativa despretensiosa e cheia de clichês, onde os problemas se resolvem demasiado depressa e cujo conceito não é particularmente inovador. Ainda assim, não deixa de ser uma leitura rápida e divertida,  escrito com grande sentido de humor, e que não só entretem como faz soltar umas boas gargalhadas.

   Natasha é a típica protagonista desastrada e meio desbocada que acaba por se colocar sempre nas situações mais caricatas - que, claro, se resolvem sempre sem grandes dificuldades -, e que apenas contribuem para que o protagonista masculino se interesse por ela cada vez mais. Se esta é uma personagem-tipo que encarna todos os clichês do género? É. Se me diverti à grande com ela? Sim, a verdade é que me ri imenso com a sua falta de jeito para a vida e com os seus comentários mordazes.

   Bruce é um homem magoado. Um relacionamento anterior que não acabou da melhor forma deixou-o vulnerável e decidido a não cair no erro de se apaixonar novamente. Apesar da máscara de insensível que faz questão de ostentar, Bruce é um homem bondoso e preocupado que se tenta proteger a si próprio.

   Claro que ninguém melhor que Natasha para abalar as estruturas do seu autocontrolo. A interação entre estes dois é muito engraçada. Além disso, o livro é narrado na primeira pessoa por ambos e está repleto de diálogos extremamente divertidos - ah, e adorei as passagens sobre o cão de Natasha!

   Em suma, tudo se encaixa para tornar "A Banana Dele" uma leitura fresca e engraçada, ideal para quem procura um livro descontraído para rir e a companhia certa para um dia de verão.

 Música que aconselho para acompanhar a leitura: Billie Eilish_listen before i go

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Book Bingo "Leituras ao Sol" 2019 [Semana 5]


     E passou mais uma semana do desafio Book Bingo "Leituras ao Sol" 2019!

     Esta semana fiz uma pausa n'"O Luto de Elias Gro" - não por não estar a gostar, que estou, mas porque estava ansiosa para começar "Deixa-me Mentir", de Clare Mackintosh, que era também um livro de parceria, logo uma prioridade. Li, assim, as 320 páginas deste livro que acabei por encaixar na categoria 2 - um livro que levarias para a praia -, pois adoro ler um bom thriller deitada na areia.

    Comecei ainda a ler "A Rapariga sem Nome", de Leslie Wolfe, que embora não fizesse parte da TBR inicial, era um livro que me estava a deixar extremamente curiosa, muito em parte devido às fantásticas críticas que tenho lido/visto sobre ele, daí que o tenha escolhido para a categoria 14 - um livro recomendado por booktuber, blogger, instagrammer.

    Nesta próxima semana conto acabar de ler as restantes 270 páginas de "A Rapariga sem Nome", acabar a leitura de "O Luto de Elias Gro" (faltam 292 páginas) e tentar ainda começar um novo livro.


2 - Um livro que levarias para a praia - Deixa-me Mentir, de Clare Mackintosh


320 páginas

14 - Um livro recomendado por booktuber, blogger, instagrammer - A Rapariga sem Nome, de Leslie Wolfe



34/304 páginas (faltam 270 páginas)

1 - Um título que contenha as letras S-O-L O Luto de Elias Gro, de João Tordo


36/328 páginas (0 páginas lidas esta semana; faltam 292 páginas)





Páginas lidas durante esta semana: 354
Total de páginas lidas: 1.726
Desafios cumpridos durante esta semana: 1
Total de desafios cumpridos: 5

E aqui está o resumo da minha quinta semana do desafio Book Bingo "Leituras ao Sol" 2019! Como é que vão as leituras desse lado? J

#27 - Pistas Literárias

Pistas:

      - A autora nasceu no Connecticut, Estados Unidos, mas tem ascendência iraniana e é casada com o também escritor Ransom Riggs;

     - Este é o primeiro livro de uma série de 6 volumes.

    - Neste livro, o mundo está em colapso e a protagonista tem um dom que é simultaneamente uma maldição: o seu toque pode matar.


Qual é o livro?

quarta-feira, 24 de julho de 2019

Opinião sobre "Um Trono Negro" (Três Coroas Negras #2) - Kendare Blake

Um Trono Negro
(Três Coroas Negras #2)
(Artigo de Opinião)


Autora: Kendare Blake
Título Original: One Dark Throne (2017)
ISBN: 978-972-0-03086-3
Nº de páginas: 368
Editora: Porto Editora

Sinopse

    A BATALHA PELA COROA COMEÇOU, MAS QUAL DAS RAINHAS VENCERÁ?

     Depois de uma Cerimónia de Beltane marcante e com o Ano da Ascensão a decorrer, é altura de rever as apostas e escolher um lado.

    Katharine, a gémea frágil e fraca, está mais forte que nunca. Arsinoe tem de descobrir de que forma o seu dom secreto a poderá ajudar. E Mirabella, a vencedora desejada, enfrenta uma oposição nunca vista… e de que poderá não se conseguir defender.

     Neste novo capítulo da autora bestseller do New York Times, as rainhas mais mortíferas do mundo têm de enfrentar o implacável obstáculo que se lhes apresenta: elas mesmas.

     Quando a batalha terminar, só uma irá reinar.

Este exemplar foi-me gentilmente cedido pela Porto Editora em troca de uma opinião sincera


Opinião

      Começo por agradecer à Porto Editora pelo gentil envio do livro.

     "Um Trono Negro", o segundo volume da tetralogia Três Coroas Negras, começa após o Festival de Beltante, no Ano da Ascensão - o período dado às três rainhas - Katherine, Mirabella e Arsinoe - para se matarem umas às outras, até que apenas uma reste para reclamar a coroa.

     Neste livro comecei realmente a formar uma opinião sobre as personagens e Arsinoe destacou-se, sem dúvida, como a minha preferida. Intrépida, mordaz e altruísta, é uma rainha destemida - embora um pouco inconsequente - e com um espírito nobre, que se preocupa verdadeiramente com as pessoas que ama. 

   Mirabella, a favorita à vitória no primeiro volume, anda meio perdida na história e assume um papel quase secundário neste segundo livro. A mais emocional das três e a única com recordações vívidas da infância, acaba por ser aquela a quem mais custa a tarefa de matar as irmãs, devido ao amor que ainda sente por elas. Espero que a autora volte a explorar esta personagem nos próximos volumes, pois gostei bastante dela no primeiro livro e considero que ainda tem muito para dar.

    Os acontecimentos do final do primeiro livro provocaram uma grande mudança em Katherine, que em "Um Trono Negro" se revela uma pessoa fria, vingativa e calculista, capaz de tudo para alcançar o seu objetivo: conquistar a coroa. Apesar da grande pressão que carrega aos ombros, do peso da solidão e do rancor da traição, não consegui deixar de a achar uma miúda mimada e muitas das suas atitudes irritaram-me bastante. Ainda assim, gostei de ver a sua evolução e estou muito curiosa para ver como vai lidar com os acontecimentos do final deste livro.

    Há mais uma personagem que tem vindo a conquistar o seu lugar e que merece destaque: Jules, a amiga e protetora de Arsinoe. Se já no primeiro livro tinha gostado da sua dedicação à rainha, neste ela torna-se cada vez mais uma peça central na trama. Estou muito curiosa para saber mais sobre ela - ainda mais depois de certas revelações que acontecem neste livro -, pois acho que é uma personagem com bastante potencial.   

   A autora desenvolve bastante as personagens neste livro, mas confesso que preferia ter descoberto mais sobre o universo fantástico que Blake criou - gostava que explorasse melhor não só os vários dons, como também a História das rainhas anteriores e da própria ilha de Fennbirn. 

    Também acho importante referir que, principalmente na primeira metade do livro, achei a ação bastante parada. Em muito devido ao facto de as irmãs estarem separadas umas da outras, não houve aquele clima de tensão e perigo mortal que acabavam por dinamizar a leitura. No entanto, a componente política e as interações entre as protagonistas e as personagens secundárias - nomeadamente os pretendentes e os membros das famílias que as acolheram - ofereceram uma outra dimensão à história que, na minha opinião, acabou por colmatar o início mais lento.

    O final surpreendeu-me bastante! Kendare Blake já tinha provado ser capaz de reviravoltas chocantes com o final de "Três Coroas Negras", mas sem dúvida que se excedeu neste volume. Estou verdadeiramente "em pulgas" para perceber como vai a autora dar a volta a estes acontecimentos inesperados. A única coisa que tenho a apontar é o facto de as últimas cenas se terem desenrolado demasiado depressa, embora compreenda a opção pelo crescendo de ação.

    "Um Trono Negro" foi uma leitura intensa e viciante, com reviravoltas que me deixaram em sobressalto e com vontade de explorar mais a ilha de Fennbirn. Há algo nesta série que me deixa verdadeiramente fascinada. A autora pegou num conceito relativamente simples e a partir dele criou um mundo fantástico, cheio de intrigas, traições e lutas pelo poder. Mal posso esperar pelo próximo volume desta que se está a tornar uma das minhas séries de fantasia preferidas! Quero mais!


Opinião sobre outros livros de Kendare Blake:
     
 Música que aconselho para acompanhar a leitura: Imagine Dragons_Natural