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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Novidades da Editorial Bizâncio para Outubro

"Os Hóspedes", de Sara Waters

1922. Londres vive dias de tensão. 
Numa casa de gente bem-nascida, no sul da cidade, cujos habitantes ainda não recuperaram das perdas devastadoras da Primeira Guerra Mundial, a vida está prestes a modificar-se. 
A senhora Wray, e a sua filha Frances – uma mulher com um passado interessante a caminho de se tornar uma solteirona – vêem-se obrigadas a alugar quartos. 
A chegada de Lilian e Leonard Barber, um jovem casal da «classe média», traz uma série de perturbações: a música do gramofone, o colorido, o divertimento. As portas abertas permitem a Frances conhecer os hábitos dos recém-chegados. 

À medida que ela e Lilian são empurradas para uma amizade inesperada, as lealdades começam a mudar. Confessam-se segredos e admitem-se desejos perigosos; a mais vulgar das vidas pode explodir de paixão e drama. 

A autora de Afinidade e Falsas Aparências, entre outros, surpreende-nos, uma vez mais, com esta história de amor que é também a história de um crime. 

Esta é Sarah Waters no seu melhor: tensão permanente, ternura verdadeira, personagens autênticos e surpresas constantes. 



"O Regresso da Princesa Europa", de Rob Riemen

Para nos ajudar a enfrentar os múltiplos tumultos que a Europa hoje enfrenta,O Regresso da Princesa Europa, de Rob Riemen, pode ler-se como uma canção de Orfeu, plena de esperança, auto-reflexão, sabedoria e confiança. 

Nesta obra, o autor procura fazer renascer a memória da Princesa Europa, criadora de um ideal de civilização magnífico e profundamente humanista, enaltecido por filósofos e poetas e tornado realidade pelos corajosos e decisivos actos de todos os que lutaram por um mundo de verdade e justiça, contra a tirania do poder, da riqueza e da estupidez. 

Do autor de O Eterno Retorno do Fascismo e Nobreza de Espírito


"A Retirada - A Primeira Derrota de Hitler", de Michael Jones

A batalha de Moscovo foi o inferno na terra, terrível e sangrenta para invasores e defensores. 
Michael Jones reuniu, uma vez mais, testemunhos de civis e militares veteranos para nos trazer este quadro realista e impressionante. 

A Retirada é a história intensa e dramática do princípio do fim da Segunda Guerra Mundial, quando os exércitos de Hitler – em confrontos selvagens durante o inverno – sofreram a sua primeira derrota na Frente Oriental. 

Do autor de O Cerco de Leninegrado e Guerra Total


"A Istambul do Sultão", de Charles Fitzroy

Istambul é uma cidade de segredos. 
Viaje no tempo até à época do Grand Tour, quando Istambul era um dos destinos preferidos dos viajantes intrépidos e conheça o mundo exótico da Istambul otomana de 1750! 

Saiba como aceder ao protegidíssimo Palácio Topkapi e descubra a verdade por trás de todos os boatos acerca dos encantos das concubinas do harém do sultão. Descubra como regatear com os hábeis vendedores nos bazares, que emoções o aguardam num banho turco e os estranhos rituais dos dervixes rodopiantes. Não conseguirá conter o espanto perante os sumptuosos palácios e sublimes mesquitas dos Otomanos, e as grandes obras artísticas e arquitectónicas dos Bizantinos que os antecederam. 

Volumes anteriores desta série de guias turísticos históricos: Roma Antiga por Cinco Denários por Dia e Atenas Antiga por Cinco Dracmas por Dia


segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Divulgação: "Verdade e Consequência" - Editorial Bizâncio

Publicado pela Editorial Bizâncio

Verdade e Consequência



De Michael Palin


Sinopse:

      
     Keith Mabbut, ex-jornalista especializado em temas ambientais, decidiu escrever um romance. Afinal, às vezes é mais fácil revelar a verdade através de uma história. Mas, quando uma proposta de trabalho inesperada o lança para os pontos quentes ambientais da Índia, Keith começa a questionar-se sobre o que é a verdade. Enquanto luta por seguir o rasto do fugidio herói de causas humanitárias, Hamish Melville, vê crescer a sua admiração sobre este homem de quem todos já ouviram falar mas que ninguém conhece. E Keith acaba por restabelecer os laços com o idealista que em tempos foi, com o homem que queria ser.

     À medida, porém, que a história de Melville se lhe vai revelando, Keith vê-se obrigado a questionar em quem pode de facto confiar. Porque o teriam enviado nesta viagem? E descobre que a verdade pode bem ser aquilo que fazemos dela...


        «A verdade pode bem ser aquilo que fazemos dela...»

     Michael Palin estabeleceu a sua reputação com as séries televisivas Monty Python's Flying Circus e Ripping Yarns. A sua obra inclui igualmente diversos filmes com os Monty Python, bem como The Missionary, A Private Function, um desempenho premiado no papel do desafortunado Ken em Um Peixe Chamado Wanda, American Friends e Criaturas Ferozes.
    
        Escreveu livros para acompanhar as suas oito séries de viagens, de grande popularidade, A Volta Ao Mundo Em 80 Dias, De Pólo A Pólo, O Pacífico de Lés-A-Lés, À Aventura Com Hemingway, Sahara, Himalaias, A Nova Europa e a nova série Brasil. Os seus diários foram publicados com grande sucesso, e é ainda autor de inúmeros contos para crianças e da peça The Weekend. O seu primeiro romance, Hemingway's Chair, foi publicado em 1994.


Opinião da Imprensa:

"Tão bem conseguido que é lícito interrogarmo-nos o que o levou a permanecer por tanto tempo afastado da ficção."_Financial Times

"Verdade e Consequência é um livro que agarra o leitor e lhe transmite toda a sua energia."_Time Out

"Verdade e Consequência é uma bela história, belissimamente contada... um thriller que nos mantém em permanente suspense, com um tema verdadeiramente relevante."_Spectator

"Imensamente agradável, com um enredo engenhoso e uma escrita magnífica."_Daily Telegraph

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Opinião sobre "A Agência" - Ally O'Brien

A Agência
(Artigo de Opinião)


Autor: Ally O'Brien (Brian Freeman e Ali Gun)
Título Original: The Agency (2009)
Tradução: Cláudia Brito
ISBN: 978-972-53-0425-9
Nº de páginas: 304
Editora: Editorial Bizâncio


Sinopse


     A sensual superagente Tess Drake trabalhou arduamente para conseguir conquistar um lugar na fascinante, mas feroz, indústria do entretenimento. Funcionária da Agência Literária Bardwright, que opera em Londres e Nova Iorque, move-se nos emocionantes e acelerados mundos da lealdade, da imoralidade e da vingança. Tess está metida em sarilhos, grandes sarilhos...

    Tem ainda outro ligeiro problema: dorme com homens dos dois lados do Atlântico, que, por sua vez, dormem com as mulheres que estão a tentar arruiná-la.

  Conseguirá Tess abandonar o barco sem perder os clientes e sem despedaçar o coração? Ou perderá tudo, antes de descobrir se realmente possui as qualidades necessárias para fazer o que sempre desejou?

     Este é um romance imensamente divertido, cheio de riscos e de recompensas, que nos revela o mundo das grandes agências de direito e expõe toda a ambição, o sexo, a adrenalina e a sorte dos quais depende o êxito de uma jovem mulher.


Este exemplar foi-me gentilmente cedido pela Editorial Bizâncio em troca de uma opinião sincera

Opinião

      "A Agência" é um livro escrito a quatro mãos por Brian Freeman e Ali Gunn, sob o pseudónimo de Ally O'Brien. De forma humorística, irónica e viciante, esta dupla de escritores dá-nos a conhecer o mundo de mentiras, ambições, traições, sexo e sacrifícios por detrás das grandes agências internacionais.

     Tess Drake é uma agente bem sucedida que trabalha para a Agência Literária Bardwright, sediada em Londres. A história começa com a morte de Lowell, o diretor da Agência, encontrado sem vida, no seu apartamento, devido a asfixia erótica. E é logo aí que se inicia a componente policial da história, que acompanhará o leitor ao longo de vários capítulos: terá sido suicídio ou homicídio?

     Tess já há muito que se queria lançar por conta própria e vê assim uma oportunidade de criar a sua própria agência. Conta com uma segura e vasta carteira de clientes que pensa ser suficiente para a sua nova aventura. A par da sua vida profissional, é-nos também apresentada a sua vida amorosa - o seu relacionamento algo platónico com um homem casado, a quem apelida de Darcy - clara alusão a "Orgulho e Preconceito", de Jane Austen - e os seus encontros esporádicos com Evan.
 
     Mas nem tudo corre como esperado e Tess vê-se envolvida em inúmeras confusões e caricatas situações que a colocam em graves sarilhos. Será ela capaz de recompôr a sua vida, ou deixar-se-á ir abaixo no seu poço de problemas?

    A protagonista é por diversas vezes posta à prova e daí sobressai a sua personalidade - Tess é maioritariamente uma mulher forte, confiante mas, por vezes, sente-se insegura, e isso torna-a mais real. Também tem os seus defeitos, nomeadamente a impulsividade, que muitas vezes a prejudicam. Apesar dos erros, é impossível não torcer pela felicidade de Tess.

     A dinâmica e o ritmo dos acontecimentos dificilmente poderia ser melhor. A ação nunca morre - somos constantemente surpreendidos. Quando pensamos que os autores já não têm nenhum trunfo na manga, eis que nos provam exatamente o contrário! O suspense também é um elemento que não pode faltar a uma boa história, e este livro tem-no na dose necessária. Os capítulos são relativamente curtos e estão divididos por assuntos, evitando confusões para o leitor.

     "A Agência"  é um livro escrito com muito humor - a ironia é uma presença assídua e constante ao longo de todo o livro. A leitura é tão fluída e descontraída que, depois de iniciada, torna-se difícil de ser interrompida. Os personagens estão bem conseguidos e, o facto de a história ser narrada na primeira pessoa, confere proximidade entre o livro e o leitor. As descrições são muito precisas - as roupas, os locais, os acontecimentos, as conversas, os sentimentos... - e torna-se fácil encarnarmos o papel de Tess e adotarmos a sua visão das coisas.

   Uma protagonista excecionalmente bem conseguida, um escritor genial não reconhecido, uma autora milionária de livros de pandas e fanática por animais, uma assistente lésbica com queda para atrizes famosas, casos extraconjugais, muitas traições e inimigas letais - não falta nada neste livro. Adorei!

Música que aconselho para acompanhar a leitura: Wildest Dreams_Taylor Swift

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Divulgação: A Agência - Editorial Bizâncio

Publicado pela Editorial Bizâncio

A Agência

De Ally O'Brien


Sinopse: 


   A sensual superagente Tess Drake trabalhou arduamente para conseguir conquistar um lugar na fascinante, mas feroz, indústria do entretenimento. Funcionária da Agência Literária Bardwright, que opera em Londres e Nova Iorque, move-se nos emocionantes e acelerados mundos da lealdade, da imoralidade e da vingança. Tess está metida em sarilhos, grandes sarilhos...

     Tem ainda outro ligeiro problema: dorme com homens dos dois lados do Atlântico, que, por sua vez, dormem com as mulheres que estão a tentar arruiná-la.

    Conseguirá Tess abandonar o barco sem perder os clientes e sem despedaçar o coração? Ou perderá tudo, antes de descobrir se realmente possui as qualidades necessárias para fazer o que sempre desejou?  

     Este é um romance imensamente divertido, cheio de riscos e de recompensas, que nos revela o mundo das grandes agências de direito e expõe toda a ambição, o sexo, a adrenalina e a sorte dos quais depende o êxito de uma jovem mulher.

"Tess Drake é uma heroína deliciosamente irrefreável. A Agência é um livro que se lê compulsivamente de uma ponta à outra. Que viagem fabulosa!" - in The New York Times

  Ally O'Brien é o pseudónimo de um duo de escritores, que inclui um autor de bestsellers internacionais e uma famosa e reconhecida agente literária, residente em Londres.

sábado, 1 de agosto de 2015

Opinião sobre "O meu nome é..." - Alastair Campbell

O meu nome é...
(Artigo de Opinião)


Autor: Alastair Campbell
Título Original: My Name Is... (2013)
Tradução: Clara Alvarez
ISBN: 978-972-53-0546-1
Nº de páginas: 304
Editora: Editorial Bizâncio


Sinopse


     Hannah tem 17 anos e bebe para se sentir melhor. Por um momento. Depois a dor de alma regressa, mais intensa.

    Esta é a história da adição de Hannah contada pelos que a rodeiam: os pais, a irmã, os tios, os amigos. As suas vozes trazem-nos um relato por vezes chocante, por vezes ternos, de uma vida à beira da destruição.


Este exemplar foi-me gentilmente cedido pela Editorial Bizâncio em troca de uma opinião sincera

Opinião


      A primeira coisa que me cativou neste livro, para além da maneira apelativa como está concebida a capa - o título colocado por cima dos olhos da rapariga, tirando-lhe de certa forma a identidade, adaptando-se o seu caso a qualquer pessoa -  foi a primeira página que procedia à dos agradecimentos e dedicatórias e que dizia: "O meu nome é Hannah. E esta é a história deles.".

  "O meu nome é..." está dividido em 25 capítulos, cada um contado por uma personagem diferente. Cada pessoa conta uma parte da história de Hannah, desde o seu nascimento, até à sua vivência numa clínica. O facto de a história ser contada por diversas entidades possibilita-nos a visão dos acontecimentos através de diferentes perspetivas. Considero bastante interessante a forma como o autor abordou o assunto. Utilizou as pessoas que estavam mais próximas de Hannah - pais, irmã, amigos, ex-namorado, professores, médicos... - para descrever o impacto que uma alcoólica tem na vida dos que a rodeiam, e até mesmo para retratar a sua decadência.

  Cada personagem relata uma parte da sua experiência com Hannah, contextualizando a ação. Contam também um pouco da sua própria história, aliviando um pouco do tema principal, e falando de outros assuntos importantes como, por exemplo, a homossexualidade. 

   Apenas no capítulo final nos é dada um pouco da visão de Hannah, através de uma carta que ela escreve endereçada à mãe. Esse foi, sem dúvida, o capítulo de que mais gostei. Adorei o desfecho do livro, a tomada de consciência da personagem é um momento deveras importante e com um grande impacto.

   Aprecio o esforço que o autor fez ao tentar escrever de acordo com a personalidade da pessoa que está a narrar o capítulo, mas considero que, por vezes, tinha frases demasiado grandes e com muita informação, o que a tornava um pouco densa e dificultava a leitura. Porém, isso não é um impedimento para a compreensão da história.

Os relatos conseguem ser simultaneamente marcantes e comoventes. Os sentimentos experienciados pelos diversos narradores conseguem provocar um misto de emoções no leitor. Raiva, condescendência, empatia, ódio, ternura, compreensão - são apenas algumas das sensações que vivenciei durante a leitura deste livro.

 Incutidas, estão também algumas reflexões que dão um certo encanto à narrativa. Gostei particularmente desta - "Os nossos pais, os pais deles, os seus antepassados, cada movimento que fazemos só é possível por causa de cada movimento que eles fizeram, porque bastava um movimento diferente que qualquer um tivesse feito, e nada seria igual.".

  Penso que este é um livro que todos devem ler, não só os adultos, mas principalmente os mais novos. A história não é verídica mas é, certamente, semelhante à de muitos jovens. Num mundo onde cada vez se começam a adotar maus hábitos e vícios mais cedo, as lições que se podem retirar desta obra devem permanecer sempre presentes. Um livro que deve ser lido com calma, absorvendo tudo o que se possa retirar e aproveitando tudo o que tem para nos oferecer. Aconselho absolutamente!


Música que aconselho para acompanhar a leitura: The A Team_Ed Sheeran

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Divulgação: O meu nome é... - Editorial Bizâncio

Publicado pela Editorial Bizâncio

O meu nome é...


De Alastair Campbell
Ela gosta de beber um copo.
Todos os que a rodeiam sofrem com isso

Sinopse: 


     Hannah tem 17 anos e bebe para se sentir melhor. Por um momento. Depois a dor de alma regressa, mais intensa.
  
     Esta é a história da adição de Hannah contada pelos que a rodeiam: os pais, a irmã, os tios, os amigos. As suas vozes trazem-nos um relato por vezes chocante, por vezes ternos, de uma vida à beira da destruição.

Uma viagem impressionante ao mundo do alcoolismo

     Alastair Campbell nasceu no Yorkshire em 1957. Licenciou-se em Cambridge e foi jornalista, trabalhando principalmente para o grupo Mirror. Quando Tony Blair se tornou líder do Partido Trabalhista, Campbell foi o seu secretário de imprensa, porta-voz oficial e director de comunicação de 1994 a 2003. É autor de Os Anos de Blair e dos romances Está Tudo na Cabeça e Maya, ambos publicados pela Editorial Bizâncio.


Opinião da Imprensa:

"Fascinante"_Guardian

"Uma história comovente, oportuna e muito bem documentada... O desenrolar da história através dos relatos de cada  uma das pessoas que rodeiam Hannah durante a sua espiral de autodestruição é uma estratégia inteligente que dá ao leitor uma panorâmica completa do que é a vida junto de um alcoólico vulnerável e em negação."_The Times

"Formidável"_The Independent

"Este livro soberbo é, em simultâneo, triste, tremendo e inspirador. Todos os pais, todos os jovens, qualquer pessoas que 'gosta de um copo', deveriam lê-lo."_Anne Robinson

"Campbell escreve com grande mestria e subtileza. As personagens são convincentes e diferenciadas... Um romance admirável."_Financial Times