quarta-feira, 22 de julho de 2015

terça-feira, 21 de julho de 2015

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Novidade da Suma de Letras - Doce Tortura

Novidade da Suma de Letras Portugal 

Doce Tortura


De Rebecca James
Uma intensa e viciante história sobre a obsessão, a vulnerabilidade e a duplicidade


Sinopse: 
  


     Quando Tim Ellison encontra um quarto barato para alugar num dos melhores locais de Sydney, parece um golpe de sorte: estará perto do restaurante onde trabalha e ainda mais perto do seu lugar preferido para praticar surf. Mas há uma condição para que possa arrendar o quarto: Tim terá de fazer todos os recados à misteriosa dona do quarto, uma mulher muito reservada e pouco amistosa, que nunca abandona a casa.

     Tim esforça-se cada vez mais por conhecer melhor a figura inquietante de Anna. A princípio muito reservada, ela começa a revelar-se aos poucos: a sua história, a sua tristeza, os seus medos paralisantes.

    É então que começam a acontecer coisas estranhas na casa: golpes a meio da noite, figuras inexplicáveis nas sombras, mensagens sinistras nas paredes. Tim assusta-se porque, ao mesmo tempo que o seu desconforto em relação àquela casa vai aumentando, crescem também os seus sentimentos pela bela e misteriosa dona da casa.

    Que tipo de pessoa será Anna London: alguém que merece compaixão, alguém para amar ou alguém para temer?


"Nos meus sonhos, é como se a casa tivesse intenções sinistras, 
como se os seus alicerces contivessem uma força maligna que se infiltra no chão e nas paredes e contamina o ar no seu interior, mudando as vidas de todos os que ali entram. No entanto, na vida real, Fairview não foi responsável pelo que aconteceu. Foram as pessoas que fizeram o mal."


     Rebecca James nasceu em Sydney em 1970. Durante a infância e a juventude, viveu em várias cidades da Austrália, incluindo Bourke, Sydney, Wellington e Bathurst. Já trabalhou como empregada de mesa, operadora numa central de táxis e professora de Inglês na Indonésia e no Japão. Neste momento, vive na Austrália com o marido e os quatro filhos. O seu primeiro livro, Não Há Bela Sem Senão, está publicado na Suma de Letras. Doce Tortura é o seu segundo romance.


Opinião da Imprensa:

"Um livro cheio de surpresas. As personagens são fascinantes e, ao mesmo tempo, suficientemente horríveis para nos manterem presos à necessidade de virar as páginas."_Booklist

"Rebecca James tece uma história envolvente e bem estruturada. A tensão e o suspense criam-se de forma quase imperceptível."_Crime Review

"Com toques do clássico Rebecca de Daphne du Maurier a assombrar o romance, misturados com questões sociais, sexuais e de identidade."_Booktrust

"À medida que os sentimentos entre Tim e Anna se intensificam, assim como os acontecimentos estranhos dentro da casa, acontece o mesmo com a vontade de virar as páginas do romance e descobrir o que acontece a seguir."_All You

"Rebecca James é particularmente boa a criar atmosfera de intriga em que a casa quase se transforma numa personagem."_WriteNoteReviews

Citação do Dia - 20 de julho de 2015

 "Perante o mundo que muda, mais vale pensar a mudança que mudar o pensamento."
Francis Blanche

domingo, 19 de julho de 2015

Citação do Dia - 19 de julho de 2015

  "Devemos gostar de uma convicção apenas porque é verdadeira e não porque é nossa."
Vissarion Belinski

sábado, 18 de julho de 2015

sexta-feira, 17 de julho de 2015

#3 - Pistas Literárias


Pistas:

   - A autora americana inspirou-se em programas de televisão para escrever esta trilogia, nomeadamente num reality show e num sobre a Guerra no Iraque. O mito do Teseu e o minotauro também lhe serviu de orientação.

     - A ação decorre num período futurístico, numa nação criada após a destruição da América do Norte.

    - A protagonista, de 16 anos, adora arco e flecha e voluntariou-se para uma experiência de morte para salvar a irmã mais nova.


Qual é o livro?

Opinião sobre "Segredos Obscuros" (Sebastian Bergman #1) - Hjorth & Rosenfeldt

Segredos Obscuros
(Sebastian Bergman #1)
(Artigo de Opinião)

Autores: Michael Hjorth & Hans Rosenfeldt
Título Original: Det Fördolda (2010)
Tradução: Jorge Pereirinha Pires
ISBN: 978-989-8775-53-5
Nº de páginas: 544
Editora: Suma de Letras Portugal


Sinopse


     Sebastian Bergman é um homem à deriva. psicólogo de formação, trabalhava como profiler para a polícia e era um dos grandes especialistas do país em serial killers. Perdeu tudo quando o tsunami no continente indiano lhe levou a mulher e a filha.

   Tudo muda com uma chamada para a polícia. Um rapaz de dezasseis anos, Roger Eriksson, desapareceu na cidade de Västerås. Organiza-se uma busca e um grupo de jovens escuteiros faz uma descoberta macabra no meio de um pântano: Roger está morto e falta-lhe o coração.

    É o momento de Sebastian se confrontar com um mundo que conhece demasiado bem. O Departamento de Investigação Criminal pede ajuda a Sebastian. Os modos bruscos e revoltados do psicólogo não impedem a investigação de avançar. E as descobertas sobre a escola que Roger frequentava são aterradoras.



Este exemplar foi-me gentilmente cedido pela Suma de Letras em troca de uma opinião sincera

Opinião



     A expectativa e a ânsia por este livro foram sendo cultivadas, progressivamente, através das imagens e das mensagens misteriosas publicadas, esporadicamente, na página do Facebook da Suma de Letras. Primeiramente, eram apenas frases soltas que acompanhavam imagens em composição, preparando-nos para a publicação de um novo livro pela editora. Seguidamente, foi-nos revelado que seria um policial nórdico. Era com muita curiosidade e entusiasmo que atualizava constantemente a página da editora, com esperança de que houvessem novas pistas sobre esta recente aposta. E, depois, um primeiro vislumbre do livro.

     Assim que chegou o meu exemplar, confesso que não tive coragem de o abrir de imediato. Em vez disso, examinei cada canto da capa, cada pormenor, cada detalhe. Cada segredo. Olhei para ele durante muito tempo. Já há muito que o desejava. Desde o momento em que li a sinopse. E agora, ele estava ali, nas minhas mãos. Abri-o, folheei-o. Uma ilustração. Continuei a desfolhá-lo até ao fim. Na última página, outra ilustração. A imagem completa. Na altura, não entendi completamente o porquê das imagens. Mas, à medida que me fui embrenhando na história, entendi. A primeira ilustração representa a origem, a ignorância, o princípio. Porém, assim que vamos penetrando mais a fundo, começamos a ligar os pormenores, a construir na nossa cabeça o perfil do assassino. A transição de uma gravura para a outra, a transição da ignorância para o conhecimento, do início para o fim. Apesar destas imagens estarem muito bem pensadas e apelativas, estou bastante certa de que bastaria a primeira frase do livro para me prender inteiramente - "O HOMEM não era um assassino.".



     Sebastian Bergman, o protagonista desta coleção, é um homem complexo. É um psicólogo criminal que perdeu a mulher e a filha no tsunami de 2004. Desde aí,  tem sido atacado por pesadelos todas as noites, e tem-se refugiado essencialmente no sexo. Aquando do falecimento da mãe, vê-se obrigado a ir até Västerås, para tratar da venda da casa dos seus pais. Descobre, entre arrumações, umas cartas que a sua mãe trocou com uma Anna Eriksson, que afirmava estar grávida dele. É atrás da miragem de ter outro filho seu no mundo, que Sebastian decide entrar na investigação do assassinato de Roger Eriksson, um rapaz de 16 anos que foi encontrado morto, num lago, sem o coração. Um caso que, inicialmente, tinha reunidas todas as condições para o fracasso, é deixado nas mãos da Riksmord, uma equipa especializada. As provas, escassas, apontam sempre para diversas direções, levando-nos por buscas infrutíferas, e dei por mim a duvidar de tudo e de todos. São-nos apresentados alguns pontos de vista do "homem que não era um assassino", mas nunca é possível descobrir através deles quem é o nosso homem. No entanto, servem para fomentar a curiosidade, pois podemos vislumbrar o caso pela perspetiva de um homem em negação, incapaz de sentir remorsos.


     O livro oferece-nos dois grandes mistérios: quem é o "homem que não era um assassino" e quais as suas motivações; e quem é o(a) filho(a) de Sebastian. Todavia, toda a história está repleta de pequenos segredos obscuros e de grandes revelações que nos aprisionam desde a primeira até à última página. Narrado a partir de diferentes perspetivas, oferece-nos o ponto de vista das várias personagens, o que enriquece o nosso conhecimento da obra, e que nos incute ainda mais a necessidade de não parar.

     Vê-mo-nos atacados por sentimentos de amor/ódio para com o protagonista: Sebastian consegue ser extremamente egoísta e autocentrado, mas não deixa de ser um homem inteligente e solitário. Não gostei dele automaticamente, contrariamente à maioria de outros protagonistas, principalmente devido ao facto de ele esquecer os seus problemas e descarregar as suas frustrações em sexo, e também resultante da questionabilidade da sua ética profissional. Mas, assim que vamos conhecendo melhor a personagem, vamos compreendendo um pouco melhor a sua personalidade.

     Gradualmente, vamos conhecendo Roger, o jovem assassinado. Um rapaz com poucos amigos, vítima de bullying,  desejoso de se sentir integrado e amado. Embora estivesse morto, este foi um dos personagens de que mais gostei, não pelo seu carácter, que nos foi dado a conhecer pelos que o rodeavam, mas pela construção da identidade deste desconhecido. É ele a chave de tudo.



   Para aliviar um pouco da tensão do enredo principal, os autores presenteiam-nos com diversos momentos de humor, que nos permitem recuperar o fôlego para prosseguir na investigação. Esses momentos são essencialmente vividos por Sebastian e por Haraldsson. Haraldsson é uma personagem que nos consegue, facilmente, inspirar pena pelas suas diversas tentativas falhadas de tentar contrariar a estagnação da sua carreira na polícia de Västerås; tal como, ao mesmo tempo, consegue despertar raiva por estar constantemente a empatar a investigação. 

     O livro tem a particularidade de ser muito fiel à realidade: as personagens são muito humanas. Têm os seus defeitos e as suas virtudes, medos e sonhos, vivem momentos bons, tal como experienciam situações mais complicadas. Mas são pessoas comuns. Não têm poderes mágicos, não leem mentes nem têm um carácter particularmente extraordinário. Cometem erros. E, na minha opinião, isso aproxima o livro com o leitor, porque facilmente nos conseguimos rever em algumas das ações protagonizadas.

  Este livro é intrigante, desde o início até ao fim. Extraordinariamente bem pensado, e igualmente bem escrito. Arrisco-me a dizer que é um dos melhores policiais que já li. Prolonguei ao máximo a leitura, não queria que acabasse. Espero inquietamente pelos restantes volumes desta coleção. Recomendo!


Música que aconselho para acompanhar a leitura: Do I Wanna Know_Arctic Monkeys

Citação do Dia - 17 de julho de 2015

  "Não admitas 'à priori' nada que possas verificar."
Rudyard Kipling



quinta-feira, 16 de julho de 2015

Divulgação: O meu nome é... - Editorial Bizâncio

Publicado pela Editorial Bizâncio

O meu nome é...


De Alastair Campbell
Ela gosta de beber um copo.
Todos os que a rodeiam sofrem com isso

Sinopse: 


     Hannah tem 17 anos e bebe para se sentir melhor. Por um momento. Depois a dor de alma regressa, mais intensa.
  
     Esta é a história da adição de Hannah contada pelos que a rodeiam: os pais, a irmã, os tios, os amigos. As suas vozes trazem-nos um relato por vezes chocante, por vezes ternos, de uma vida à beira da destruição.

Uma viagem impressionante ao mundo do alcoolismo

     Alastair Campbell nasceu no Yorkshire em 1957. Licenciou-se em Cambridge e foi jornalista, trabalhando principalmente para o grupo Mirror. Quando Tony Blair se tornou líder do Partido Trabalhista, Campbell foi o seu secretário de imprensa, porta-voz oficial e director de comunicação de 1994 a 2003. É autor de Os Anos de Blair e dos romances Está Tudo na Cabeça e Maya, ambos publicados pela Editorial Bizâncio.


Opinião da Imprensa:

"Fascinante"_Guardian

"Uma história comovente, oportuna e muito bem documentada... O desenrolar da história através dos relatos de cada  uma das pessoas que rodeiam Hannah durante a sua espiral de autodestruição é uma estratégia inteligente que dá ao leitor uma panorâmica completa do que é a vida junto de um alcoólico vulnerável e em negação."_The Times

"Formidável"_The Independent

"Este livro soberbo é, em simultâneo, triste, tremendo e inspirador. Todos os pais, todos os jovens, qualquer pessoas que 'gosta de um copo', deveriam lê-lo."_Anne Robinson

"Campbell escreve com grande mestria e subtileza. As personagens são convincentes e diferenciadas... Um romance admirável."_Financial Times

Citação do Dia - 16 de julho de 2015

  "Cada homem é uma humanidade, uma história universal."
Jules Michelet

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Novidade da Suma de Letras - Caos (Wayward Pines #3)

Novidade da Suma de Letras Portugal 

Caos
(Wayward Pines #3)



De Blake Crouch
O último volume da trilogia Wayward Pines, agora também série de sucesso na Fox


Sinopse: 

     Passaram três semanas desde que Ethan Burke chegou a Wayward Pines. 

   Os residentes desta cidade não comandam as suas vidas: não escolhem com quem casar, onde viver e onde trabalhar. As crianças aprendem desde cedo que Deus é David Pilcher, o criador da cidade. Ninguém está autorizado a sair. E uma coisa tão simples como fazer perguntas pode significar a morte.

     Mas Ethan descobriu o surpreendente segredo que existe além da cerca electrificada que rodeia Wayward Pines e que a protege do assustador mundo exterior. É um segredo que mantém toda a população sob o controlo absoluto de um louco e do seu exército de seguidores. Um segredo que está prestes a transpor os muros de Wayward Pines e ameaça acabar com o último e frágil reduto de humanidade.

     O último volume da trilogia Wayward Pines - agora também série de sucesso na Fox - vai mantê-lo preso até à última página.

A nova aposta da Suma de Letras Portugal vem encerrar
uma trilogia de sucesso mundial!

     Blake Crouch, um dos novos escritores-estrela de thrillers americano, nasceu na Carolina do Norte em 1978. Licenciou-se em Inglês e Escrita Criativa e cinco anos depois já tinha editado dois romances. Desde então publicou mais oito romances, além de novelas, contos e artigos. Muitas das suas obras foram compradas para adaptação ao cinema, nomeadamente o último romance que será transposto ao grande ecrã e publicado pela Suma de Letras.


Opinião da Imprensa:

"Uma conclusão extraordinária para uma série impressionante. Caos vai colocá-lo no centro da acção trepidante e do terror absoluto... E quem gostaria de estar em outro lugar?"_Suspense Magazine

"Caos é extremamente cativante e está carregado de suspense. O triângulo amoroso só aumenta a tensão e a intriga. O fim é surpreendente e muito satisfatório."_New York Journal of Books

"O suspense galopante e o perigo a que as personagens são submetidas são tão plausíveis que é impossível não ficar profundamente imerso na história."_Top of the Heap Reviews


Citação do Dia - 15 de julho de 2015

  "O homem é um animal de hábitos."
Charles Dickens

terça-feira, 14 de julho de 2015

segunda-feira, 13 de julho de 2015