domingo, 23 de abril de 2017

#58 - Passatempo Especial de Dia Mundial do Livro: "O Livro dos Chacras" - 4Estações/O Castor de Papel

  Para comemorar o Dia Mundial do Livro, a 4Estações/O Castor de Papel juntou-se ao Dream Pages com um passatempo - o sorteio de um exemplar de "O Livro dos Chacras", de OSHO.





Para que se possa habilitar a ganhar este livro que temos para oferecer, apenas tem de:

- Fazer gosto na página da 4Estações/O Castor de Papel no Facebook (aqui);
- Fazer gosto na página do Dream Pages no Facebook, aqui;
- Seguir publicamente o blogue Dream Pages e o blogue O Castor de Papel (aqui);

- Só participar uma vez (se não cumprir esta regra, a sua participação será anulada);
- Preencher todos os dados corretamente.

Agora é só participar!

O passatempo termina no dia 12 de maio às 23h59. As participações após esta data não serão válidas.



Notas:
- O passatempo é feito em parceria com a 4Estações/O Castor de Papel;
- O e-mail será fornecido à editora para o envio de newsletters de novos lançamentos;
- O vencedor será escolhido aleatoriamente através do site random.org;
- O vencedor será contactado por e-mail e será anunciado no blogue e na página do Facebook;
- Este passatempo só é válido para Portugal continental e ilhas;
- O blogue e a 4Estações/O Castor de Papel não se responsabilizam pelo possível extravio do prémio nos correios.

Feliz Dia Mundial do Livro! (2017)



"Eu sempre imaginei que o paraíso deve ser algum tipo de biblioteca." 
Jorge Luis Borges

Feliz Dia Mundial do Livro!

Citação do Dia - 23 de abril de 2017

"Não há amigo tão leal quanto um livro."
Ernest Hemingway

sábado, 22 de abril de 2017

quinta-feira, 20 de abril de 2017

terça-feira, 18 de abril de 2017

Opinião sobre "Gravar as Marcas" (Gravar as Marcas #1) - Veronica Roth

Gravar as Marcas
(Gravar as Marcas #1)
(Artigo de Opinião)



Autora: Veronica Roth
Título Original: Carve The Mark (2017)
Tradução: Ana Filipa Velosa
ISBN: 978-844-913-911-11
Nº de páginas: 464
Editora: Harper Collins


Sinopse


    Quebrado pela guerra, o vasto império Malazano ferve de descontentamento. Os Queimadores de Pontes do Sargento Whiskeyjack e Tattersail, a feiticeira sobrevivente, nada mais desejam do que chorar os mortos do cerco de Pale. Mas Darujhistan, a última das Cidades Livres, ainda resiste perante a ambição sem limites da Imperatriz Laseen.

     Todavia, parece que o Império não está sozinho neste grande jogo. Sinistras forças das trevas estão a ser reunidas à medida que os próprios deuses se preparam para entrar na contenda…

    Concebido e escrito a uma escala panorâmica, Jardins da Lua é uma fantasia épica da mais elevada qualidade, uma aventura cativante da autoria de uma excecional nova voz.


Este exemplar foi-me gentilmente cedido pela Harper Collins em troca de uma opinião sincera

Opinião

      Começo por agradecer à Harper Collins pelo gentil envio do livro.

    Depois da trilogia Divergente, Veronica Roth traz-nos uma nova duologia, que se inicia com "Gravar as Marcas". Tendo gostado muito da história da Tris e do Four, foi com grandes expetativas - e também com algum receio - que iniciei a leitura deste novo livro. Apesar de, inicialmente, ter temido que autora seguisse uma linha demasiado semelhante, a verdade é que Roth traz-nos um mundo completamente diferente!

      Akos Kereseth  é o filho do oráculo de Thuvhe - uma das nove nações-planeta reconhecidas pela Assembleia - e pertence a uma das apenas três famílias predestinadas de Thuvhe, o que significa que tem um destino traçado. Com apenas catorze anos, é forçado a atravessar a Divisória - um campo de esparto que separa os Thuvhesit dos Shotet, os dois povos que habitam Thuvhe e que são inimigos - e é obrigado a tornar-se um servente dos Noavek, a família que comanda o povo Shotet.

     Cyra Noavek, a irmã mais nova do atual soberano de Shotet, Ryzek, vive atormentada por um dom-corrente que lhe provoca imenso sofrimento e que é cruelmente explorado pelo irmão. Entregue à sua dor, Cyra vive isolada e dedica o seu tempo à obtenção de conhecimento e à manutenção das aparências necessárias para que o irmão consiga os acordos que quer com os outros povos. E eis um dia em que Cyra conhece Akos, um rapaz Thuvhesit que Ryzek mantém sob o seu controlo e que tem a capacidade de atenuar a sua dor.

     Assim, Akos e Cyra acabam a partilhar o mesmo espaço e, apesar de pertencerem a culturas diferentes vão, aos poucos, desenvolvendo uma forte amizade e talvez algo mais... Mas o peso dos seus destinos e da guerra que se faz anunciar paira sobre as suas cabeças e chegará o momento em que terão de escolher de que lado estão e pelo que lutar. Numa galáxia em que, na busca da sobrevivência, não há lugar para a honra, há importantes decisões a serem tomadas e graves consequências para cada passo mal calculado. Terão os dois jovens uma oportunidade de sobreviverem e ficarem juntos ou estarão fadados à derrota?

    "Gravar as Marcas" é um livro que se passa no espaço, numa nova galáxia e, no início, é um pouco difícil entrar neste novo mundo criado por Veronica Roth, pois são vários os termos estranhos que temos de associar a realidades diferentes. Os saltos temporais deveriam estar melhor assinalados, e, na primeira parte do livro, penso que a autora se foca em pormenores que não importam realmente - e a ação torna-se um pouco lenta - quando preferia que se tivesse debruçado mais sobre o mundo que criou, explicando melhor a sua origem e os dons-correntes. Acho que Roth se deveria ter preocupado um pouco mais com facultar ao leitor elementos que o ajudassem a inteirar-se mais facilmente da trama.

   Foi mais ou menos a meio do livro que me comecei a sentir realmente viciada na história de Cyra e Akos, não só por já me sentir suficientemente à-vontade com o universo criado para poder desfrutar da leitura sem recear deixar escapar algum pormenor importante, mas também pelo facto de a ação ganhar um novo ímpeto com o desenrolar de certos acontecimentos. A aproximação do perigo, aliada à conexão já estabelecida com os protagonistas, levou-me a não conseguir pousar o livro na reta final da leitura, pois havia sempre novas coisas a decorrer.

   Encontramos capítulo narrados por Cyra, na primeira pessoa, e capítulos com a perspetiva de Akos, na terceira pessoa. Se os de Cyra facilitam a conexão com a protagonista, pois temos acesso direto aos seus pensamentos, os pontos de vista de Akos oferecem uma visão mais objetiva e um panorama mais geral das personagens. Gostei das personalidades dos protagonistas. Cyra é uma rapariga corajosa, apesar de, chantageada pelo irmão devido a um erro do passado, se ver obrigada a usar o seu dom-corrente para provocar sofrimento aos outros. Primeiramente, não compreendi o porquê de se deixar manipular pelo seu irmão, e não percebia a razão pela qual não se opunha a usar o seu dom para magoar os outros, mas o avançar dos acontecimentos trouxe as devidas explicações. O carácter forte e determinado que demonstrou ao longo da história conquistou-me; mesmo assim, acho que deveria ter arranjado forças para lutar contra o controlo de Ryzek mais cedo.

    Akos tem uma lealdade enternecedora para com a família, e principalmente para com o irmão. É um jovem mais tímido do que Cyra, mas não teme sofrer em lugar daqueles que ama. O facto de os capítulos de Akos serem narrados na terceira pessoa levou a que criasse maior empatia com Cyra. Gostei bastante dos capítulos em que os dois jovens se conheciam melhor, mas apreciei o facto de a relação dos protagonistas não se tornar o tema principal do livro.

    Todavia, apesar de gostar das personagens, por vezes achei que lhes faltava alguma complexidade e gostava que tivessem sido melhor trabalhadas. Refiro-me, principalmente, ao vilão, Ryzek, cujos motivos nem sempre são os mais plausíveis.

    Gostei da caracterização que a autora fez dos povos, bem como das suas culturas e tradições, e achei interessante o facto de cada povo ter associado uma habilidade ou um elemento caracterizador que o distingue dos restantes. Como já disse, gostava que fosse melhor explicado o que é e como funciona a corrente - bem como as implicações desta na vida das pessoas - e ainda o modo como é gerida a galáxia pela Assembleia.

   Veronica Roth tem uma escrita singular, porém fácil de acompanhar. Em momentos de maior tensão ou perigo, consegue realmente agarrar o leitor num ritmo frenético de ação. Porém, achei realmente o início bastante longo e lento. Tenho ainda a acrescentar que acho que deveria ter sido feito um melhor trabalho de revisão pois, por vezes, há pontuação mal colocada e algumas frases que não fazem muito sentido, o que acaba por prejudicar a leitura.

   Em suma, "Gravar as Marcas" é um início interessante de uma duologia que tem como cenário uma nova galáxia povoada por dons invulgares. Apesar dos aspetos menos positivos que referi, penso que, na parte final, a história conseguiu redimir-se e cativar-me verdadeiramente, pelo que foi uma boa leitura. Fiquei curiosa com a forma como o livro terminou, pois deixou-me a sensação de que o próximo volume irá  melhorar e surpreender. Gostei bastante!



   
 Música que aconselho para acompanhar a leitura: The Cure_Lady Gaga

Citação do Dia - 18 de abril de 2017

"Somos tentados a pensar que não entrou no plano da 'Criação' a ideia de que o homem fosse feliz."
Sigmund Freud

segunda-feira, 17 de abril de 2017

#79 - Dá-lhe Letras

Autor: J. P Delaney

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Qual é o livro?

Citação do Dia - 17 de abril de 2017

"Quem busca a felicidade fora de si é como um caracol que caminha em busca da sua casa."
Constancio Vigil

domingo, 16 de abril de 2017